Eu fumo, tu fumas, ele fumou.
Eu morrerei, tu morrerás, ele já morreu.
Foi assim, num dia como hoje, sem muito calor, sem muito frio, as mãos em concha a arrancar os pulmões, a cara azulada, o pescoço cinzento.
Todos os amigos o diziam bom rapaz.
Trabalhador, honesto, pai de família.
Dizem que não merecia e talvez até tivessem razão. Mas o tabaco, filho da morte, não é como a mãe.
Este, vil espírito, escolhe as suas vitimas com a perícia superior de um arqueiro.
As suas vítimas vêem-se bem na noite.
Vêem-se bem de dia.
O fumo cobre-lhes o rasto da sua cova futura.
Fumar..é terrível. Fumar aquelas coisas...menos terrível, mas aquelas células nervosas cerebrais que são mortas a cada inalar, bem, são mortas e não são restítuiveis.
Morreram, arderam.
Não fumem. Preservem-se a vocês e mantenham-se, se não por vocês, por quem gosta de vocês.
Eu morrerei, tu morrerás, ele já morreu.
Foi assim, num dia como hoje, sem muito calor, sem muito frio, as mãos em concha a arrancar os pulmões, a cara azulada, o pescoço cinzento.
Todos os amigos o diziam bom rapaz.
Trabalhador, honesto, pai de família.
Dizem que não merecia e talvez até tivessem razão. Mas o tabaco, filho da morte, não é como a mãe.
Este, vil espírito, escolhe as suas vitimas com a perícia superior de um arqueiro.
As suas vítimas vêem-se bem na noite.
Vêem-se bem de dia.
O fumo cobre-lhes o rasto da sua cova futura.
Fumar..é terrível. Fumar aquelas coisas...menos terrível, mas aquelas células nervosas cerebrais que são mortas a cada inalar, bem, são mortas e não são restítuiveis.
Morreram, arderam.
Não fumem. Preservem-se a vocês e mantenham-se, se não por vocês, por quem gosta de vocês.
